aos acessos mecanismos de informação duro as cores da superfície acho que vejo cores não sei se são cores não sei o que acontece comigo eu não sei o que são cores esse pensamento em voz humana aos acessos dessa doença eletrônica essa infinitude dentro de mim de mim dos ecos do fim de um corredor universal som e chiado profundo som mecânico às gotas param anunciando um novo pensamento eu não sei nada sobre isso eu não fui treinado assim pra dizer eu não sei explicar esse pensamento em voz humana deve ser medo esse meu universo tremido de fim eu não sei se suporto isso muito tempo eu fui trancado aqui eu não sei se suporto isso por mais tempo o tempo assim foi feito não mereço como durar como durar e mais nada