Impérios que nascem. Eles chamaram o meu nome. Eles não chamaram o meu nome. Paro rente grudo os ouvidos na porta e não escuto nada. A cabeça no futuro fica flutuando em tragédia. Que tudo pode ser interrompido por alguns tiros em sequência pelo barulho do fogo pelo buraco na janela e a explosão de uma granada aqui dentro bem aqui dentro do meu lado. Não posso ligar pra ninguém não tenho mais eu cortei a linha telefônica eu não sinto segurança. Mantenho o corpo baixo curvado às vezes corro pra cozinha e me estico atrás dos armários pela dor nos meus joelhos. A voz de alguém me mataria primeiro.